Ficção 1

Este livros já tem muitos anos são quase antiguidades por isso apesar de novos tem os sinais dos tempos

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Título: Safo - Fragmentos Poéticos

Autor: Safo 

 

Editor: Coisas de Ler - 1ª Edição de 2002 -

Nº Páginas:  108 

Ref.: CL001 - Preço: € 13,12

 

Título: Dafnis e Cloé 

Autor: Longus de Lesbos 

 

Editor: Coisas de Ler - 1ª Edição de 2002 -

Nº Páginas:  144 

Ref.: CL004 - Preço: € 13,12

A poesia de Safo, destinada a ser cantada com o acompanhamento de uma lira ou outro instrumento de cordas, está associada a um grupo de mulheres denominado «Casas das Servidoras da Musa» que se dedicavam ao culto de Afrodite.
A obra de Safo é um dos expoentes da poesia universal de todos os tempos e entre os seus admiradores contam-se génios como Platão, Petrarca, Byron e Rilke.
“A poetisa mais antiga da história europeia nasceu na ilha de Lesbos, provavelmente no ano de 600 antes de Cristo, tendo-se tornado conhecida por estar sempre rodeada de mulheres, acerca das quais escreveu com ostensivo erotismo”.
   Lesbos, reino de Ninfas e de riachos, de bosques verdes e de maravilhosos jardins. Dois pobres órfãos abandonados, Dafnis e Cloé, foram aqui recolhidos por um casal de pastores. São puros e inocentes. Só conhecem uma moral - a da natureza. Uma só lei se cumpre diariamente diante deles - o milagre da vida. E é assim que nasce o amor. Dafnis e Cloé viverão um amor inebriante, ao mesmo tempo sensual e pudico, terno e violento.

 

Título: Desconhecido Expresso

Autor: José Carlos Cruz - Ilustrações: M. Rosário Beja Filipe

 

Editor: Esquina Editora - 1ª edição 2000 

 Nº Páginas: 98
Ref.: EE001 - Preço: 7,48

 
  Título: A Minha Circunstância de Ser  

Autor: José Carlos Santos

Editor: Editorial Escritor - 1ª edição ..... - 

Nº Páginas: 79
Ref.: ES001 - Preço: € 9,87  

José Carlos Cruz neste seu primeiro livro de poemas conta com uma série de lindíssimas ilustrações de Maria Rosário Filipe que dão vida ao sentimento profundo de quem escreve. Como diz o autor: “A organização deste livro obedece a uma ordem estritamente cronológica. Assim, entre o mais antigo poema (Eros) e o mais recente (Velocidade) há dez anos. Eugênio de Andrade diria que são dez anos à procura de uma voz. Faço minhas as palavras dele. Perdoem a presunção.” O autor continua a rever-se nestes poemas, por isso a necessidade de os publicar. Espera, também, com este livro que considera um percurso entre a escrita presa e a escrita solta, isto é, entre o exercício de estilo e a escrita liberta do medo, ao menos, da não-poesia, ajudar todo aquele que, de algum modo, passe ou venha a passar por emoções idênticas e possa, pois, rever-se nele.   A mão evita o gesto, mas a mão ganha arte, entrego-me a homogeneidade da expressão, subo escadas em busca do diálogo certo, completo páginas só numeradas, fecho o livro branco e em cima dele, ponho a mão que evita o gesto.
Sou o meu próprio narrador, jogo com uma história difícil de acreditar, tremo na descontinuidade do saber, olho para ti e falo com a minha vontade. O sonho, é também pura realidade, se adormeço, vivo, a roupa tem um aspecto nervoso, a ansiedade por vezes não é vulgar, o corpo está deitado, o gostar de pé, o ambiente incerto, eu, talvez...
A poesia, o verso, o verso da situação, a prosa até agora ignorada, a caneta que não controlo, o correr da altura que não sei se é própria, a boca imóvel, a euforia de me julgar, é feérico amigo, é verdade, é vulgar, tu existes, é verdade amigo!
       
         
Titulo: Indisciplinar a Teoria- Estudos Gays, Lésbicos e Queer  

Autor: António Fernando Cascais (Org.)

Editor: Fenda Edições - 1ª edição 2004 

 Nº Páginas: 343
Ref.: FE002 - Preço: 21,00 €

Indisciplinar a teoria. Estudos gays, lésbicos e queer, organizado e apresentado por António Fernando Cascais. Área em grande expansão nas universidades europeias e americanas, e uma das mais inovadoras e estimulantes, os estudos gays, lésbicos e queer são praticamente inexistentes no nosso país. E, sobretudo, mal compreendidos. Trata-se de uma iniciativa pioneira entre nós, que reúne textos de reconhecidos especialistas nas suas áreas de investigação, mas que, através do seu contributo, visam o reconhecimento do carácter autónomo e específico deste campo. Além de divulgar o estado da arte entre a comunidade científica e o público nacional e de promover o conhecimento e o debate das questões levantadas pela reflexão queer mais recente, esta obra pretende igualmente inspirar a pesquisa, presente e futura, das realidades da história, da cultura e da identidade gay e lésbica portuguesas, ainda largamente desconhecidas. Eis porque Indisciplinar a teoria constitui antes de mais uma afirmação: que se impõe dar conta de realidades para que a actual compartimentação disciplinar não se encontra preparada. Tanto bastaria para o tornar num acontecimento no nosso panorama editorial e, doravante, numa referência impossível de ignorar.

António Fernando Cascais: Um nome que seja seu: Dos estudos gays e lésbicos à teoria queer. Miguel Vale de Almeida: A teoria queer e a contestação da categoria ‘género’. Gabriela Moita e Ana Luísa Amaral: Sair do armário: Algumas representações da homossexualidade no Portugal contemporâneo. Nuno Carneiro e Isabel Menezes: Paisagens, caminhos e pedras: identidade homossexual e participação política. Ana Cristina Santos: Direitos humanos e minorias sexuais em Portugal: o jurídico ao serviço de um novo movimento social. Teresa Levy: Crueldade e crueza do binarismo. Isabel Leal: Parentalidades. Questões de género e orientação sexual. Henrique Pereira e Isabel Leal: A homofobia internalizada e os comportamentos para a saúde numa amostra de homens homossexuais. Henrique Pereira: A Psicoterapia Afirmativa. Francesca Rayner: Como Luva na Mão Errada: Teatro Queer em Portugal. José Augusto Mourão: Quando a letra é o bordo em que bate a vida (A partir de Ne lisez pas ce livre! de Renaud Camus). Cecília Barreira: Um caso de escrita de orientação sexual em Portugal: A poesia de Isabel de Sá. Teresa Cláudia Tavares: Portugal, 1874. A política sexual e literária portuguesa do terceiro quartel de oitocentos a propósito de A Morte de D. João de Abílio Guerra Junqueiro

         
         
         
         
         
         
         
 

 

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Actualizado a 2 de Junho  2026